quarta-feira, 13 de abril de 2016

Tem coisas...

... que só a Philco... digo, só a Fiat faz por você: na dúvida entre velocímetro analógico ou digital, fique com os 2 ao mesmo tempo!! :D


quarta-feira, 6 de abril de 2016

No trânsito...

Em vez dos tradicionais adesivos com frases irônicas –não raro descaradamente preconceituosas e de humor duvidoso– ou imagens agressivas, desagradáveis na traseira do caminhão, apenas um texto.  Ou melhor, um benéfico texto, o Salmos 91.

Gostei tanto de ver isso que fotografei-o.


E como sei que a imagem ficou ruim e nem dá pra se ler, eis aqui o áudio, na inconfundível voz do Cid Moreira:



terça-feira, 5 de abril de 2016

Não é zoeira –juro!– mas...

Como imagino que não me levarão a sério, decidi falar a respeito neste blog de zoeira... até porque, no outro blog, o principal, o foco se tornou a natureza –não a humana, da qual quero distância! Mas da flora e fauna– e não caberia falar sobre tabagismo lá. Sim, esse vício danado, que uns ostentam com orgulho "Parar? Nem pensar!" e suas baforadas desafiadoras até mesmo onde o fumo é proibido e outros com seus calvários dos métodos para parar de fumar: adesivo, pastilha, hipnose, homeopatia, acupuntura, benzedeira, sessão do descarrego "Sai desse corpo, capetaaa!!!" et cetera.

E, infelizmente inevitável, preciso me apresentar a fim de que percebam que tenho algum "mérito" pra falar sobre o assunto. Bem, aprendi a engolir essa fumaça aos 19 anos de idade, num tempo em que estive no Japão. Terra boa, boas pessoas. Tanto para o bem, quanto para o mal. Não aprendi a fumar num botequim, rodeado de bebuns, traficantes e prostitutas, não. Aprendi a fumar com uma colega de trabalho da fábrica. Cigarros sempre foram vendidos livremente em máquinas, dispostas nas ruas, sem controle algum. Qualquer pessoa, até mesmo um "gaijin" (estrangeiro) que não soubesse falar nada em japonês poderia comprar tranquilamente. E caí nessa.

Assim como a maioria, enquanto jovem não me preocupei. Fumar era um ato social. Não raro se oferecer a acender o cigarro de uma desconhecida em local público era a forma de se "quebrar o gelo" e iniciar uma conversa. Evidente que eu, tímido como sempre fui, jamais recorri a esse expediente. Mas praticamente todos os operários da fábrica fumavam. E eu estava ali no meio.

Já em solo brasileiro –e se coloque aí aproximadamente uma década passada– continuei. Diferente do suave cigarro japonês, o do Brasil era –e ainda deve ser– mais forte, eu não duvidaria se o descobrissem mais viciante também. Continuei a fumar. Ensaiava parar, mas ao primeiro momento de "tô muito pluto, se não fumar explodo!!" voltava.

E...
Olha, vou te contar: antigamente eu tinha paciência pra escrever longos textos, enriquecendo detalhes –e "enchendo muita linguiça" inclusive– mas... hoje em dia não mais. E, creio, o leitor preferirá assim também. E que se avance o relógio deste relato até 2015, ano passado. Mais precisamente no mês da independência, setembro, numa bela manhã de terça-feira...

Despertei. Mas em vez de me levantar da cama e ir ao banheiro acender o primeiro cigarro do dia como de costume, recebi uma mensagem. Não sei dizer de qual forma transmitida – ah, só sei que não foi Deus surgindo entre as nuvens dizendo em voz de trovão "Pára de fumar, seu imbecil!", hahah– mas entendi, era pra sabotar a auto-sabotagem.

Todo fumante que sinceramente pretende parar de fumar conhece bem a auto-sabotagem;

CASO 1
: É só um amigo chegar perto e dizer:
Olha, sei que a vida é sua e ninguém além de você manda nela mas... olha essa tosse... aceita um conselho de amig...
E você retruca:
Já sei, já sei! Preciso parar de fumar, não é? Tá. Mas... essa conversa me deu uma vontade incontrolável de fumar. Incomoda-se? (já sacando do bolso o maço)
Explicação: só de pensar em parar de fumar, o fumante sente a necessidade de fumar;

CASO 2: Todo fumante sabe que a tentativa de parar de fumar causará muitos transtornos: irritação, tremedeira, taquicardia e afins. Afinal, é o que experiências científicas comprovam.

CASO 3: O fumante sabe: café chama cigarro, cerveja chama cigarro, uma trepada bem dada chama cigarro. Muitos conseguem parar de tomar café e cerveja mas, conseguirão evitar o sexo e a tragadinha depois? (Parei de trepar, só bebo mas deixa pra lá, isso não conta, hahaa)

Pois bem, eu era freguês dessas auto-sabotagens, assinava de corpo e alma que isso jamais mudaria.



Mas mudou. Quando passei a atacar (desconstruir) a auto-sabotagem. E isso aconteceu naquela manhã de terça-feira, quando enfiei na mente duas frases:

1) Eu PARO de fumar e
2) Parar de fumar é FÁCIL.

Bobinho, né? Mas o fato é que essas duas frases conseguiram sabotar a auto-sabotagem que me impedia de parar de fumar. Explicando em detalhes:

1) "PARO"; o segredo está na conjugação verbal. É muito comum o fumante dizer "Ah, quero parar", "Pretendo parar", protelando, protelando. No máximo, dirá "Algum dia...", mas quando será esse dia? Eis, o PARO já diz tudo, o sujeito está na 1ª pessoa do singular (EU) e o tempo verbal é o presente, é agora, já!! Não se deixa pra depois, é agora – quiçá, pra sempre.

2) Com décadas de fumante, várias tentativas frustradas de parar de fumar, eu já tinha gravado na mente que isso seria difícil, que eu sofreria, que me custaria caro. Então, por que não sabotar esse pré-conceito? E repeti, tal qual mantra, que parar de fumar É FÁCIL.
Coincidência ou não, de fato o foi. Fácil,

Mais de seis meses sem fumar –apesar de ter total liberdade e autonomia pra fazer isso– e não sentindo estar me esforçando pra me manter assim, realmente não sentindo nenhuma vontade de dar uns tragos, sinto que a vitória é minha, venci o tabagismo; tanto sua dependência química, quanto a psicológica. E eu havia dito ali acima "custar caro". Hoje, fazendo as contas, espanto-me com o tanto de dinheiro que queimei (eis o porquê da imagem abaixo) e, pior, sem benefício algum pra mim, muito pelo contrário, apenas prejuízos, tanto de saúde, quanto morais. É de se pensar, viu.





sábado, 2 de abril de 2016

Tem razão sim

Espelhos dentro do elevador...




Seriam para dar a sensação de espaço maior –pra ajudar aos claustrofóbicos?
Ou para dar a última ajeitada nos cabelos antes de enfrentar as ruas?
Ou ainda, pra perceber que um pedaço de salsinha da vinagrete do almoço grudara nos seus dentes e poderia acabar com sua moral num primeiro encontro com um(a) possível namorado(a)?
NOPE.


Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão responde! :)